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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O Desejo de Saber!!!

O “desejo de saber” segundo o texto é aquele intrínseco do ser humano a curiosidade, o desejo pela descoberta. Este surge já na infância seja pelo desejo de saber mais sobre as diferenças de gênero, sejam corporais ou relacionadas aos papeis sociais. Essa também é conhecida como a famosa fase dos porquês onde as crianças buscam desenfreadamente respostas para seus questionamentos sobre os mais diversos assuntos.
Em relação ao conceito de transferência podemos dizer que este é quase que auto explicativo, pois refere-se ao fato de transferir experiências vividas em certa situação ou com uma pessoa para novas situações e outras pessoas. Um exemplo são  mulheres que tem dificuldades de relacionamento pois vivenciaram traumas de infância relacionados a figura do pai (autoritário, agressivo, ausente) que se refletem no medo de relacionar-se, transferindo a todos os homens a figura do pai. É algo que é do inconsciente.
A contratransferência refere-se   as lembranças ou marcas no inconsciente que fazem com que no identifiquemos com certos, lugares, cheiros, sabores... E que como professores também se refletem na maneira como vemos nossos alunos, nossa afeição repentina ou aquela dificuldade de convivência. Antes de professores somos humanos e passíveis a esses sentimentos, que vamos aprendendo a lidar da melhor maneira possível em nosso cotidiano escolar.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Sexualidade VS Escola

         Percebo que nas escolas assuntos relacionados sexualidade ainda são tratados como Tabus. Como mencionado pela colega Hilda um dos motivos pode ser sim a carga enorme de atribuições e porque não dizer conteúdos que rodeiam nossas mentes. Mas, acho importante também trazer aqui para nossa discussão o quanto esses assuntos ainda são Tabus nas famílias, trabalhava em uma escola de Ensino Fundamental onde há dois anos acontece um trabalho sobre a sexualidade com os alunos dos 5°s anos ( último ano oferecido pela escola).
          Não foram poucas as vezes que vi as professoras das turmas passando verdadeiros “apertos” com pais furiosos por este assunto estar sendo abordado. O que víamos é que os pais nem sabiam o que seus filhos já conheciam sobre  assunto, e mesmo depois de toda a explicação sobre o cuidado com o que os assuntos eram abordados, mesmo assim alguns impediam seus filhos de participar do projeto.
         Penso que para que o assunto seja abordado nas escolas é necessário também um trabalho de conscientização das famílias, que liberam seus filhos para festas, namoros e não tem noção do quanto essa orientação é importante!
       Já li alguns materiais sobre as teorias freudianas em minha época de magistério,  e  confesso que elas sempre me intrigaram bastante. O fato das teorias de Freud questionarem  sobre uma sexualidade que a principio aprendemos ser algo tão natural e instintivo, e principalmente por essas reflexões retratarem essa sexualidade desde a mais tenra infância é desafiador.
         Sempre que li materiais sobre suas teorias ficava bastante confusa e o texto de Maria Cristina Kupfer me trouxe um novo viés sobre elas,  através de situações que acontecem em nossas escolas e salas de aula a autora relaciona a teoria simplificando a compreensão. Nos alertando também para a importância de nós como educadores estarmos atentos ao observarmos o comportamento de nossas crianças. É através deste olhar significativo e sensível  que é possível identificar questões importantes e auxiliar no desenvolvimento de nossos alunos.
Para pensarmos um pouco sobre estas questões trago um texto muito bacana escrita no Blog Direto ao Ponto diretora executiva do Instituto Kaplan onde coordena a área de Educação Sexual, Maria Helena Vilela- Publicada na revista Nova Escola... http://revistaescola.abril.com.br/blogs/educacao-sexual/